15 de jan. de 2018

Tag: 7 coisas

Hello cats, tudo bem?
Primeiramente, quero me desculpar por estar tanto tempo sem postar nada.
Eu havia perdido a vontade e o interesse de escrever aqui. Mas por um motivo muito especial, resolvi retomar o blog. Não garanto postagens regulares e tal, mas garanto que vou voltar a dar atenção ao blog.
E aproveitando que estamos no inicio do ano, resolvi refazer a Tag: 7 coisas. Espero que gostem...

7 Coisas pra fazer antes de morrer

  1. Ser Design de moda
  2. Cantar em público
  3. Fazer uma roupa criada por mim
  4. Criar um aplicativo
  5. Ficar rica
  6. Falar 3 idiomas com fluência
  7. Ser militar
7 Coisas que eu mais falo

  1. Fala sério!
  2. Sabe?
  3. Adoro essa música!
  4. Sabe o que eu estava pensando?
  5. Que fofo!
  6. É mesmo?
  7. Eu quero
7 Coisas que eu faço bem
  1. Desenhar
  2. Escrever
  3. Cálculos matemáticos
  4. Ler
  5. Me arrumar pra sair
  6. Desfilar
  7. Ouvir
7 Coisas que eu não faço bem
  1. Cortar papel
  2. Arrumar meu guarda-roupa
  3. Descascar legumes
  4. Esperar
  5. Falar em público
  6. Manter uma conversa
  7. Mentir
7 Coisas que me encantam
  1. Vídeo clipes e filmes musicais com coreografia
  2. Livros com finais felizes
  3. Animais
  4. Caminhonete cabine dupla SRV
  5. Computação gráfica
  6. Música
  7. Roupas estilosas
7 Coisas que eu não gosto
  1. Filmes de terror
  2. Livros que o protagonista morre no final
  3. Mentiras
  4. Mingau
  5. Dormir tarde
  6. Bolo de fubá
7 Coisas que eu amo
  1. Minha família
  2. Livros
  3. Desenhar
  4. Matemática
  5. Chocolate
  6. Sorvete napolitano
  7. Praia



Essas são as minhas 7 respostas para a TAG: 7 coisas. O que acharam de mim? Gostaram de me conhecer? Diz pra mim nos comentários.
Beijos e até mais.

11 de jul. de 2017

Timidez: verdade ou fingimento?

                Que atire a primeira pedra aquele que nunca entrou em pânico, gaguejou e falou coisas sem sentido na frente de uma “platéia”! (não, platéia ficou meio forte, hmm... um grupo de pessoas com a atenção totalmente voltada pra você. Isso! Ficou melhor, rsrs).
                Alguns dizem que a timidez é um problema que deve ser tratado com um profissional, outros dizem que é frescura, outros dizem que é nada mais nada menos que um papel sendo interpretado, ou seja... fingimento. Mas afinal de contas, timidez é uma doença, uma frescura ou um fingimento?
                Devo admitir que já vi realmente pessoas pagarem de tímidas para aparecerem. Mas calma aí! Tímidos detestam atenção, como pode isso? Aí é que está o x da questão! Quando você ouvir alguém que depois de fazer de tudo para aparecer mais do que um outdoor na Times Squaer dizer por livre e espontânea vontade que é “tímida”, tenha certeza do contrário. Por quê? Porque um tímido ele não tem costume de falar, a menos que seja caso de vida ou morte, e, justamente por isso, ele não vai dizer por livre e espontânea vontade que é tímido, justamente por ser tímido, sacou?
Geralmente tem algo de diferente numa pessoa tímida, sua aparência, seu comportamento, seu olhar... ela tem um ar misterioso, me atrevo a dizer que é uma imagem quase sedutora que ele passa, por estar sempre quieto e observando. Porém, por mais que um tímido não queira chamar atenção, por mais que queira passar despercebido, sendo uma pessoa qualquer, O TÍMIDO NÃO PASSA DESPERCEBIDO!!!!! Entenderam?
                Ninguém tem curiosidade de olhar uma caixa aberta, agora, numa fechada.... Rá, aí o bicho pega.
                Quando um tímido não está em sua zona de conforto ou não está à vontade com algo, dificilmente ele irá relaxar e ter desenvoltura... tradução: ele vai ficar travado, faltando pouco pra desmaiar!
                Agora imaginem o seguinte cenário: fora de sua zona de conforto, longe de casa, sem seus fones de ouvido, sem pessoas próximas e intimas e sem segurança em si mesmo, ser chamado para falar, dar opinião em relação à algo ou até mesmo fazer algo, como por exemplo, entregar um papel na mesa do professor; nesse momento, todos se viram e olham para você (e não apenas para você, para sua roupa, cabelo, jeito de andar...). Você até começa a falar, mas aí vê todos aqueles olhos cravados em você, fazendo sua pele formigar, você começa a suar, gaguejar, olhar pros próprios pés, mas lembra que tem que olhar pras pessoas e isso gera ainda mais pânico, enfim.... Quem está de fora e vê aquela situação, pensa: “Nossa! Que chilique! Será que ele tem problemas mentais? É só abrir a boca e falar, não tem nada de complicado nisso.”. Será mesmo que não é difícil falar em público? Será que esse tímido não queria ser solto, desenvolto e desinibido pra poder cantar a plenos pulmões, dançar com toda a sua energia, se vestir do jeito que sempre sonhou, mas não faz todas essas coisas por medo de críticas? Digo com propriedade de causa que sim, a crítica, pensamentos, olhares e palavras maldosas são tijolos que formam um muro que bloqueiam todo o querer do tímido, aprisionando quem ele é, ou quem gostaria de ser.

                Portanto, antes de dizer que é frescura, fingimento ou doença, pense bem no motivo que a fez ser assim.

3 de jul. de 2017

A fuga das consequências

"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências"
Pablo Neruda.

Quando será que vamos assimilar esta tão sábia frase? Melhor dizendo, quando será que vamos reconhecer tal verdade?
Sabe quando a gente é criança e a mãe da gente diz pra não colocar o dedo no ventilador, mas mesmo assim a gente coloca e acaba se machucando feio? Não importa o quanto a gente chore, peça ajuda pra mãe, o dedo continua doendo horrores. Pois é, o ventilador são as nossas opções, o dedo é a gente mesmo e a decisão também é nossa, porém, se você decidir colocar o dedo nas hélices, ninguém vai poder sentir a dor por você, você estará fadado a enfrentar a dor, a consequência.
Infelizmente, nossa sociedade está evoluindo somente no ramo tecnológico. Mas você pode pensar: Mas Jessy, não somos mais homens das cavernas, podemos votar, trabalhar e fazer o que mais quisermos! Será mesmo? Só porque as pessoas estão se comportando de maneiro contrária ao que se vivia antes, não quer dizer que é coerente, afinal, nem tudo que eu quero fazer eu devo fazer,  e eu complemento essa frase: nem tudo que eu quero fazer eu devo fazer, mas se fizer, devo assumir as consequências, sejam elas quais forem.