15 de ago. de 2015

Impeachment da Presidente Dilma Rousseff






Olá caros leitores, embora eu tenha negligenciado o blog, eu estou de volta com um assunto bastante sério.
Sei que terá pessoas que irão discordar de mim e outros que irão me apoiar, mas não me importo. O que eu me importo é com a situação do nosso país que está indo de mau a pior, por muitos motivos, dentre eles, a má gestão da nossa Presidente que por consequência abalou a economia, os inúmeros casos de corrupção que assim, causaram a tão famosa crise política.
Muito brasileiros acham que não podem fazer nada a não ser reclamar uns com os outros sobre esta infame situação, porém, nós brasileiros esquecemos que NÓS somos os chefes, e que escolhemos estas pessoas para nos representar e fazer melhorias para nós população. E assim como um patrão pode demitir seu empregado que não executa suas tarefas com responsabilidade e qualidade por justa causa, nós também podemos retirar do poder um representante que que está prejudicando nossas vidas e o nosso futuro! E cá entre nós, a deterioração do nosso país é muito mais importante do que um empregado negligente.
Portanto, caros leitores e leitoras, fiz este poste para demonstra minha indignação e dar meu exemplo do que podemos fazer para mudar esta triste situação.
O site AVAAZ é uma comunidade virtual que permite criar petições que auxiliam a resolução de problemas sociais e políticos. E o Rogério Teixeira M. criou uma petição em 2013 neste site, que pede o Impeachment da Presidente Dilma, atualmente a petição já conta com quase 2 milhões de assinaturas e esse número aumenta a cada dia, porém, a petição necessita de 5 milhões de assinaturas e eu sei que se o povo brasileiro se mexer, vamos conseguir muito mais do que isso.
Se você se interessou e quer assinar a petição clique aqui  e assine. É mais fácil do que entrar no facebook, você só precisa escrever seu nome, e-mail, cep e país e pronto! Sua assinatura já foi computada.
É isso, como dizia nosso saudoso Eduardo Campos: NÃO VAMOS DESISTIR DO BRASIL!!!!!!

13 de jul. de 2015

9 ditados populares que são ditos errados

Hey sweets, hoje vou trazer para vocês 9 ditados populares que sem saber, dizemos de maneira errada.
Vamos conferir?

1. Batatinha, quando nasce, esparrama pelo chão… 
O correto é: Batatinha, quando nasce, espalha a rama pelo chão… 

2. Cor de burro quando foge. 
O correto é: Corro de burro quando foge! 

3. Quem tem boca vai a Roma.
O correto é: Quem tem boca vaia Roma.

4. É a cara do pai escarrado e cuspido (Quando se quer dizer que alguém é muito parecido com o pai).
O correto é: É a cara do pai em carrara esculpido (Carrara é um local da Itália de onde se extrai belo mármore, que ganhou o seu nome – e hoje é um dos mármores mais nobres) .

5. Quem não tem cão caça com gato… 
O correto é: Quem não tem cão caça como gato… (ou seja, sozinho).


6. Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro.
Correto: Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro.

7. São ossos do ofício
O correto é: São ócios do ofício.

8. Hoje é domingo, pé de cachimbo
O correto é: Hoje é domingo, pede cachimbo.

9.Cada qual com seu cada qual/cada um com seu cada um
O correto é: Cada um com seu cada qual.

E então? Gostaram das postagem de hoje? Conhece outros ditados que são ditos de maneira errada? Diz pra mim nos comentários!
Beijos e até a próxima!

21 de jun. de 2015

Esclarecimentos

Olá pessoal! Quanto tempo, hein?
Hoje trouxe para vocês um artigo do Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer que esclarece certos pontos sobre a Igreja Católica.

Artigo escrito pelo nosso querido Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
Vamos divulgar este artigo meu povo, é a voz da Igreja, é a voz de Deus para nós!!!
Parada Gay: respeitar e ser respeitado
Eu não queria escrever sobre esse assunto; mas diante das provocações e ofensas ostensivas à comunidade católica e cristã, durante a Parada Gay deste último domingo, não posso deixar de me manifestar em defesa das pessoas que tiveram seus sentimentos e convicções religiosas, seus símbolos e convicções de fé ultrajados.
Ficamos entristecidos quando vemos usados com deboche imagens de santos, deliberadamente associados a práticas que a moral cristã desaprova e que os próprios santos desaprovariam também. Histórias romanceadas ou fantasias criadas para fazer filmes sobre santos e personalidades que honraram a fé cristã não podem servir de base para associá-los a práticas alheias ao seu testemunho de vida. São Sebastião foi um mártir dos inícios do Cristianismo; a tela produzida por um artista cerca de 15 séculos após a vida do santo, não pode ser usada para passar uma suposta identidade homossexual do corajoso mártir. Por que não falar, antes, que ele preferiu heroicamente sofrer as torturas e a morte a ultrajar o bom nome e a dignidade de cristão e filho de Deus?!
“Nem santo salva do vírus da AIDS”. Pois é verdade. O que pode salvar mesmo é uma vida sexual regrada e digna. É o que a Igreja defende e convida todos a fazer. O uso desrespeitoso da imagem dos santos populares é uma ofensa aos próprios santos, que viveram dignamente; e ofende também os sentimentos religiosos do povo. Ninguém gosta de ver vilipendiados os símbolos e imagens de sua fé e seus sentimentos e convicções religiosas. Da mesma forma, também é lamentável o uso desrespeitoso da Sagrada Escritura e das palavras de Jesus – “amai-vos uns aos outros” – como se ele justificasse, aprovasse e incentivasse qualquer forma de “amor”; o “mandamento novo” foi instrumentalizado para justificar práticas contrárias ao ensinamento do próprio Jesus.
A Igreja católica refuta a acusação de “homofóbica”. Investiguem-se os fatos de violência contra homossexuais, para ver se estão relacionados com grupos religiosos católicos. A Igreja Católica desaprova a violência contra quem quer que seja; não apoia, não incentiva e não justifica a violência contra homossexuais. E na história da luta contra o vírus HIV, a Igreja foi pioneira no acolhimento e tratamento de soro-positivos, sem questionar suas opções sexuais; muitos deles são homossexuais e todos são acolhidos com profundo respeito. Grande parte das estruturas de tratamento de aidéticos está ligada à Igreja. Mas ela ensina e defende que a melhor forma de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis é uma vida sexual regrada e digna.
Quem apela para a Constituição Nacional para afirmar e defender seus direitos, não deve esquecer que a mesma Constituição garante o respeito aos direitos dos outros, aos seus símbolos e organizações religiosas. Quem luta por reconhecimento e respeito, deve aprender a respeitar. Como cristãos, respeitamos a livre manifestação de quem pensa diversamente de nós. Mas o respeito às nossas convicções de fé e moral, às organizações religiosas, símbolos e textos sagrados, é a contrapartida que se requer.
A Igreja Católica tem suas convicções e fala delas abertamente, usando do direito de liberdade de pensamento e de expressão. Embora respeitando as pessoas homossexuais e procurando acolhê-las e tratá-las com respeito, compreensão e caridade, ela afirma que as práticas homossexuais vão contra a natureza; essa não errou ao moldar o ser humano como homem e mulher. Afirma ainda que a sexualidade não depende de “opção”, mas é um fato de natureza e dom de Deus, com um significado próprio, que precisa ser reconhecido, acolhido e vivido coerentemente pelo homem e pela mulher.
Causa preocupação sHg crescente ambiguidade e confusão em relação à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura. Antes de ser um problema moral, é um problema antropológico, que merece uma séria reflexão, em vez de um tratamento superficial e debochado, sob a pressão de organizações interessadas em impor a todos um determinado pensamento sobre a identidade do ser humano. Mais do que nunca, hoje todos concordam que o desrespeito às leis da natureza biológica dos seres introduz neles a desordem e o descontrole nos ecossistemas; produz doenças e desastres ambientais e compromete o futuro e a sustentabilidade da vida. Ora, não seria o caso de fazer semelhante raciocínio, quando se trata das leis inerentes à natureza e à identidade do ser humano? Ignorar e desrespeitar o significado profundo da condição humana não terá consequências? Será sustentável para o futuro da civilização e da humanidade?
As ofensas dirigidas não só à Igreja Católica, mas a tantos outros grupos cristãos e tradições religiosas não são construtivas e não fazem bem aos próprios homossexuais, criando condições para aumentar o fosso da incompreensão e do preconceito contra eles. E não é isso que a Igreja Católica deseja para eles, pois também os ama e tem uma boa nova para eles; e são filhos muito amados pelo Pai do céu, que os chama a viver com dignidade e em paz consigo mesmos e com os outros.
Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 28.06.2011
Card. Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

Espero que este artigo tenha esclarecido as coisas para aqueles que dizem que a Igreja Católica não aceita os gays.